jan 17 2018

Rejeição de Dória só piora na Região Central chega a irritar

Para as Associações de Moradores, Conselho de Segurança e Conselhos Transversais como saúde, participativo e idoso, o cenário é único: Dória e sua equipe não conhecem os problemas da Região Central.

Trabalho, Trabalho, Trabalho. De fato João Doria dá muito trabalho aos moradores do centro em tentar encontrar soluções para suas ações desastradas.

Existem muito mais erros do que acertos, o que caracteriza o seu despreparo aliado a assessores próximos desqualificados que se preocupam mais em blindar a imagem do Gestor do que olhar a cidade para seus moradores.

Dória terá que explicar o inexplicável.

Recentemente anunciou 25 horas de comemoração ao aniversário de São Paulo e monta palco no Vale do Anhangabaú para atrair um público aproximado de 2 milhões de pessoas, esquecendo que na sexta feira é dia útil.

É Dória, no Centro moram trabalhadores que precisam acordar cedo, gerar riqueza para esta Prefeitura que você diz NUNCA TER DINHEIRO, relata Rafael Vitorino (Conselheiro Participativo e Secretário do CONSEG Liberdade).

O fato que ações como esta sem olhar o entorno e os moradores locais, têm provocado ações ao Ministério Público para resguardar direitos e manter a ordem. Neste caso não será diferente, associações já estão se mobilizando para mudar o calendário de comemoração ao aniversário de São Paulo na Região Central.

Em breve Doria também terá em suas mãos outro abacaxi. Sancionar ou não o PL 10/2014 que cria o Parque Minhocão do Vereador José Police Neto.

Para as Associações de Moradores e Conselhos de Segurança o pedido é único: Minhocão integral no chão. Se o Doria fizer qualquer ato que não seja este, assumirá três grandes problemas:

  1. Legitimará a irregularidade no processo ocorrido na Câmara dos Vereadores que impediu a participação dos moradores, não passando em suas comissões técnicas. Inclusive com audiência irregular e ata distorcida dos fatos. O PL 10/2014 foi aprovado em voto simbólico sem análise.
  2. Assumirá sua postura de ditador. Já que até hoje nunca recebeu em seu gabinete o Movimento Desmonte do Minhocão – MDM, que é composto por lideranças locais.
  3. Terá que explicar os gastos, sendo que o desmonte da estrutura dá lucro para a Prefeitura.

O que o Centro precisa neste momento de crise não é de requalificação, não é revitalização, não é repaginação, não é de renovação.

O Centro precisa de algo bem simples ZELADORIA EFICIENTE PERMANENTE. É cuidar do que já existe como praças, parques, ruas, calçadas, fontes, monumentos, entre outros.

Também é necessário dar mais autonomia para a Prefeitura Regional Sé e investir recursos públicos onde de fato são necessários.

Foto: UOL Eleições/Autor desconhecido

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