1º Grande Encontro das Associações de Moradores debateu prioridades para São Paulo

A ORGANIZAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES UNIDAS INFORMA E ESCLARECE

São Paulo, 10/10/2019 – Diversas Associações de Moradores, Movimentos em defesa de Melhorias de Bairros, Conselhos de Segurança e Participativos se reuniam nesta última quinta-feira, para discutir a Cidade que queremos.

Neste primeiro encontro foi delimitado o perímetro urbano compreendendo as regiões dos bairros centrais, no eixo de Pinheiros e Itaim Bibi, passando pela Região Central, chegando até na Armênia. Incluindo a região do Pari e Canindé pela região da Mooca. As lideranças deste perímetro compareceram ao chamamento em peso, resultando em uma adesão absoluta ao movimento.

Os idealizadores irão dar continuidade no mapeamento de todas as Associações do município de São Paulo, objetivando criar uma grande força popular, para dentro da lei e da ordem, sem filiação político/partidária, mudar o rumo de São Paulo, afirma um dos articuladores do movimento, Artur Monteiro.

Vários temas foram trazidos e debatidos, resultando em três linhas de Ações: Imediato, Curto Prazo e Médio Prazo.

Durante a reunião também houve a leitura do MANIFESTO DA SOCIEDADE CIVIL CONTRA A POLUIÇÃO SONORA NA CIDADE DE SÃO PAULO, documento subscrito por várias das associações, que clamam que o tema seja incluído nas pautas de políticas públicas.

MANIFESTO 111019

 

“Questões como zeladoria urbana, assistência social e fiscalização de usos irregulares foram deixadas de lado pela atual administração municipal. A sociedade civil precisa estar unida para mudar os rumos da nossa cidade”, pondera João Maradei, do Movimento IPTU Justo.

“Em termos de Desenvolvimento Urbano a macro área da Armênia e Ponte Pequena vive hoje a degradação de toda a região por conta dos novos projetos de governo, no segmento assistencial drogadição. A atual administração não passa credibilidade, pelo contrário não consegue conter o grande aumento das cracolândias do município, o que dizer da segurança pública ao cidadão. Falta empenho de aproximar a Prefeitura com o Governo Estadual, interesse e boa vontade”, desabafa Joana D´Arc Figueira – Movimento em Prol do Desenvolvimento da Armênia/Ponte Pequena/Pari/Canindé.

Já para o Diretor do Movimento Desmonte do Minhocão – MDM e Diretor do Movimento em Defesa do Cemitério da Consolação, Francisco Machado, faltam critérios em definir prioridades. A Prefeitura gasta mal. Não cuida do que existe. Abandona suas praças, parques e inclusive cemitérios. Aguarda até hoje encontro com o Prefeito para debater os malefícios que o pretendido parque no Minhocão causará a região. O Minhocão é uma aberração urbanística, gerando graves problemas de segurança, saúde, invasão de privacidade e incomodidade insuportável. O Prefeito recorreu de uma Ação de Inconstitucionalidade  – da criação do parque no Minhocão, promovida pelo Ministério Público Estadual, sem escutar novamente a população, finaliza ressaltando a lamentável arbitrariedade do Alcaide.

 

“O Orçamento de 2020 não será usado para fins de promoção do Prefeito e nem de Vereadores”, comenta a líder Marta L. Porta (Presidente do Conselho de Segurança da Consolação e da Associação de Moradores e Amigos da Consolação e Adjacências). Trabalhamos muito para honrar o pagamento de IPTU caríssimo e sem nenhuma contrapartida para as nossas necessidades. Basta de pão e circo, desabafa!

Os organizadores batizaram o encontro de ORGANIZAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES UNIDAS e pretendem ainda em Novembro/2019, chamar as associações do cinturão central. Até dezembro/2019, chegar aos extremos do município, onde está à maioria do chamado “colégio eleitoral”.

A mobilização conduzirá a cidade que queremos e sonhamos. Finalizaram o encontro com uma salva de palmas.

 

Inscrições para os Próximos encontros: 
(11)98411-4088  – whatsapp
c/ Artur Monteiro

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